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janeiro 10, 2010

Relaxando e recuperando as energias...

Nem falo em resoluções para o novo ano por que não sou disso.... nenhuma das coisas que eu começo tipo dieta, mudanças que quero fazer, faço com data marcada. Sempre é assim... estalo e começo... já!

Entre tantas coisas, já há algumas semanas que venho agindo para diminuir o estresse e não deixar que a onda punk no trabalho me deixe mal. Quero fazer muito, avançar muito profissionalmente mas, antes de tudo, quero e preciso estar bem para isso.

Logo, o foco é melhorar a saúde física e mental.

É estar energizada e ter aquela tranquilidade gostosa da praia de manhã cedo. Veja isso... não enche os olhos, não dá uma deliciosa sensação de que o mundo parou para que eu aproveitasse a beleza dele ?

Ipanema na manhã do dia 28/12/09

Então... como o Universo conspira a nosso favor, na semana passada encontrei um artigo que dá algumas dicas a utilizar nos momentos em que as coisas esquentam no trabalho ou em outro lugar.

Não deixe de ler no site Personare, numa reportagem de Carolina Arêas, Uma Pausa para Recuperar a Energia. Como ela diz "achar alegria e felicidade são processos individuais. Cada um deve saber o que, de fato, traz mais satisfação para o dia-a-dia" mas, relembrar os carinhos que podemos dar a nós mesmos, é sempre bom.

E funciona. A estressadinha aqui garante !

janeiro 11, 2009

Novidade !!!...

... para mim, pelo menos. Será que funciona ???

Vai um cházinho aí ???

Durante muito tempo, se divulgou que deveríamos tomar pelo menos 3-4 xícaras de chá verde por dia, por suas propriedades anti-oxidantes e ainda, por cima, a bebida ajudaria a dissolver as teimosas gordurinhas que não queremos ao redor de nossa cintura...

Depois, veio o chá branco. E agora, Chá de Oliveira. Isso mesmo, das folhas da árvore que nos proporciona as deliciosas azeitonas. Diz-se que o chá das folhas da oliveira é 3 X mais eficaz que o chá verde e ajuda a queimar até uns 10% da gordura abdominal em 3 meses. Aqui a reportagem da Abril.com.

Claro que o chá sozinho não vai fazer milagre. Emagrecer, e ainda no lugar onde queremos, exige disciplina, reeducação alimentar, exercícios, uns creminhos, enfim... bons cuidados com o corpitcho que Deus nos deu porém, algumas coisas dão mais certo que outras, dependendo de todo o nosso conjunto, tipo físico, hábitos, homens, mulheres etc...

Vou puxar essa conversa mais pra frente... até lá, quem testar o Chá de Oliveira, que volte e nos conte os resultados ! Quem sabe, eu mesma !!!

outubro 12, 2008

Pode rir mas é sério...

Vaca no caminho a PopocatépetlLá na empresa tem um Green Team, como muitos outros que existem porém, com uma integrante de muito bom humor. Outro dia, ela chegou com esse texto, adaptado de uma reportagem feitas por dois alemães, Michaela Schiessl e Christian Schwägerl.

É sério, mas podemos rir !!!

Você sabia...
que as vacas estão entre os maiores emissores de gás do efeito estufa?

Arrotos e puns. É isso mesmo! Independentemente de serem criadas de forma convencional ou orgânica, uma coisa que as vacas têm em comum é que arrotam e soltam gases sem contenção. Como todos os ruminantes, as vacas estão constantemente emitindo metano - um gás do efeito estufa que é 23 vezes mais poderoso do que o dióxido de carbono - por ambos os lados. Tão malcheirosas quanto as dos porcos são as emissões gasosas de bilhões de bovinos, cabras e ovelhas que estão contribuindo para o aquecimento global.

E o boi criado organicamente? É melhor?

A resposta é não! A agropecuária orgânica não se sai bem quando se trata de engordar gado. O boi criado organicamente tem um impacto menos benéfico ainda sobre o clima do que o boi altamente cultivado, mesmo quando a produção da ração é levada em conta. O boi criado organicamente precisa de mais espaço e também exige palha tradicional. Isso produz emissões, diferente dos pisos perfurados nos quais o gado "turbinado" passa sua breve vida.

A diferença pode ser ilustrada por uma comparação com as emissões dos automóveis. A produção de um quilo de carne alimentada com capim (do boi criado organicamente) gera a mesma quantidade de emissões que dirigir 113,4 km com um carro compacto. Devido aos métodos de produção mais intensivos, produzir 1 kg de carne convencional equivale a dirigir 70,6 km. Um pouco melhor. Espere! Eu também pensei a mesma coisa! Pelo menos, organicamente, o boi e a vaca criados organicamente viveram bem melhor, ao ar livre, etc. Este assunto fica pra uma outra ocasião.

E o que você pode fazer:

Os vegetarianos decididamente comem de uma forma boa para o clima. Mas a simples opção de reduzir a carne bovina pode melhorar significativamente a pegada de carbono de cada um de nós. Alguns países começam a pensar em fazer o setor agropecuário participar do comércio de emissões de carbono. A Foodwatch quer que a União Européia elimine todos seus subsídios agrícolas e introduza taxas sobre emissões e impostos ambientais. Assim como as empresas, o setor agropecuário também seria responsável pela redução do chamado Efeito Estufa. Isso recompensaria os produtores rurais por produção boa em CO2. Os consumidores seriam aqueles que pagariam o preço pelo novo sistema: um aumento substancial no custo da carne, leite e queijo. Não vi ainda nenhuma proposta para o Brasil. Se alguém souber de algo, me avise.

Duro, não é? Difícil de engolir. Já fico maluca só de pensar que vou pagar mais pelo meu leitinho. Em casa, somos bezerros, que viverão de leite mesmo que digam que leite envelhece. Rezo a Deus todo dia pra que o leite não falte. Mas convenhamos! Quantas vezes você já jogou sobras de carne de um churrasco, leite ou queijo que já estragou? Pense em quantos gases as vaquinhas emitiram pra que esses alimentos chegassem a sua mesa.

Honestamente, não acho que arrotos e puns irão ser o fator de extinção da vida neste planeta, mas cada um de nós pode fazer sua parte, reduzindo aos poucos o consumo de carne. Meus avós só comiam carne aos domingos. Por falta de dinheiro e acesso. O famoso "assado de domingo" pode voltar a ser a refeição mais esperada da semana. Pense: Não é só o que você produz (e não estou falando dos gases), mas também o que consome, que fará deste planeta um lugar melhor.

Um sujeito comendo filé em Paris contribui tanto para o efeito estufa quanto aquele que desmata a floresta para o boi pastar. Este é outro assunto, para outro dia. Ora, pois !