Viver juntinho...
Você é casado (a) ? Já viveu com alguém ?
Já dividiu o seu espaço com a pessoa amada ? Eu já fui casada e acho uma delícia viver a dois, lógico se a relação é boa. Quando degringola, aí, melhor nem falar agora - não é desse lance que o post de hoje trata.
O texto abaixo, que recebi como de autoria de Danuza Leão, reduz o sucesso do relacionamento a dois, as diferenças entre as características femininas e masculinas, a duas frases. Até pensei como seríamos mais felizes se tudo fosse tão simples assim... mas, não é... e no entanto, em algumas afirmativas dela, a gente se encontra, sabe Deus por quê !
Leia, divirta-se e concorde ou discorde, deixe sua opinião !
A Felicidade Conjugal
(Danuza Leão)
Viver junto é ótimo, mas algumas regras devem ser aprendidas - e decoradas - para que reine a paz conjugal. São pequenas coisas que serão feitas sempre sem o menor sacrifício, claro, e fundamentais para que o amor perdure ad eternum.
Como todo mundo sabe, as necessidades básicas femininas são bem diferentes das masculinas: homem ocupa muito espaço, e nós, mulheres, temos que abrir mão de certas felicidades do tempo em que se morava sozinha e se sonhava com a vida conjugal - tudo pelo amor.
É difícil ler um jornal quando se mora com um homem; um livro, praticamente impossível.
Mas se não conseguir se conter, diga de vez em quando "beeeem, olha que coisa interessante" - e leia uma frase para ele, que assim não vai se sentir tão esquecido e abandonado. Quem não leu "Guerra e Paz" enquanto era solteira pode desistir e deixar para depois do divórcio, porque com homem por perto não dá.
Aqueles telefonemas sem fim
com a amiga, para falar desde
os estados da alma até sobre o modelo de sandália que viu na revista, nunca mais. Ainda está para nascer o homem que suporte ver a mulher pendurada no telefone de conversa fiada, e sabe por quê? Eles são seres simples, que só querem uma coisa: que toda a atenção de todos os segundos da vida de quem estiver por perto seja dedicada a eles e a mais ninguém. Não é muito, é? Já mulher é diferente; se elas souberem que são amadas acima de tudo, eles podem até ir ao futebol, desde que telefonem no meio do jogo para dizer que estão com saudades.
Mulher é capaz de fechar a torneira do chuveiro, abrir a cortina do boxe e gritar, bem alto: "Meu amor, você me ama?". Nessa hora, um homem inteligente cessa qualquer atividade e, mesmo que esteja atracado com a bula do novo celular, larga tudo, entra no banheiro, olha para ela com altos ares de desejo e diz "te adoro". Pronto: está comprada a paz, pelo menos por uns dias. E não custa, custa?
Mulher acredita muito mais em palavras do que em atos, e um marido esperto deve repetir as tais palavras tantas vezes quanto conseguir, para ter uma vida sossegada. Já os homens gostam de ser tratados como se fossem crianças de colo, e é preciso deixar bem claro que a única coisa importante para você é ele. Homens não precisam ser amados o tempo todo, basta que toda a atenção do universo seja dedicada exclusivamente a eles e a mais ninguém.
Sendo assim, a partir do momento em que ele chega em casa e até o momento em que sai para trabalhar, ela só deve ter olhos para ele. Aliás, olhos não, os cinco sentidos: a visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar, e nada, mas na-da, deve distraí-la do foco de sua vida, isto é, dele. Quer um drinque? O gelo já deve estar tirado, claro, e você já deve saber de cor de quantas pedras de gelo ele gosta no uísque. Quer um canapezinho? Em segundos o pão deve estar cortado em quadradi- nhos com uma fatia de queijo em cima e uma cereja coroando tudo.
Um homem verdadeiramente sábio deve ter um caderninho no escritório, no qual estejam escritas, em letras vermelhas, as grandes datas da história: o dia em que se conheceram, o do primeiro beijo, o da primeira transa e como ela estava vestida.
Nesses aniversários, importantíssimos para qualquer mulher do planeta, ele deve, além de mandar flores, levá-la para jantar fora e, nessa noite, cumprir com louvor os seus deveres masculinos.
É simples lidar com uma mulher: basta dizer, muitas vezes por dia, que a ama loucamente, mesmo que não seja verdade. E é simples lidar com um homem: basta tratá-lo como se ele fosse Deus.

Seja assim ou não, Djavan é que tem razão, Amar É Tudo ! Ouça !
Comentários
Maluco isso, né? Dei boas risadas, pq lendo a Danuza agora, veio vários flashes de memória me entregando, principalmente esse de, no banho, abrir o box e perguntar: Amor, ce ama eu?... era direto isso...
ótima leitura...
Beijo.
Polly em janeiro 16, 2004 10:56 AM
Oi DeeeeeLindona!!!
muito boa a sensibilidade que a Danuza escreve sobre estas " pequenas grandes coisas" que enriquecem a nossa vida! Sabe, todo domingo, quando vem a FOLHASP , corro para a coluna dela...
Qto ao seu comentario no meu ultimo post...divino! divino mesmo encontrar que nao sou a única a acreditar no amor, assim, nestes tempos de cólera em que vivemos...
Mas eu entendo quem nao acredita, ....eu estava quase achando que nao ia mais encontrar? Viu, coisas de adolescente! E viu só no que deu!!! ahhhhhhhhh.... (suspiros)
Beijaooo!!!
to preparando a agenda para o dia 24, viu?
Midori Elis em janeiro 10, 2004 12:43 AM